quarta-feira, 25 de novembro de 2009


Esta é a nova logo da Campanha de arborização urbana no bairro da Liberdade. Um trabalho da Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, articulando com dezenas de entidades, além da Sub prefeitura da Sé.
Será feito um carimbo para demarcar aonde serão plantadas as novas árvores.
O projeto inicia com mais de 500 árvores em 21 ruas do bairro.
Será feito uma campanha de educação ambiental com os seguintes dizeres:

Estamos plantando árvores no seu bairro.

Saiba quantos benefícios
às Árvores nos oferecem:

• As árvores fazem fotossíntese com a energia do Sol. Captam o Gás Carbônico e produzem Oxigênio, Açucares e Carboidratos para todos os organismos
• Contribuem com a redução do impacto das mudanças climáticas
• Reduzem a poluição atmosférica
• Oferecem-nos sombra
• Amenizam a temperatura (locais com árvores chegam a ter em média 10 graus centígrados a menos de diferença)
• Aumentam a umidade do ar (transpiram até 400 lts de água /dia)
• Diminuem os ruídos e filtram os sons. Amenizam a Poluição Sonora (medições comprovam diferença 20 decibéis em locais arborizados).
• Regulam o ciclo das chuvas
• Reduzem a intensidade dos ventos
• Embelezam e enfeitam a cidade e amenizam a poluição visual
• Oferecem alimentos para pássaros e todos os seres
• Melhoram as condições acústicas e diminuem a poluição sonora
• Valorizam os imóveis
• São habitat para inúmeras espécies de aves
• As árvores nos dão flores, frutos, resinas, folhas e cascas medicinais
• As árvores regulam o sistema hídrico, extraem água do subsolo e transpiram para a atmosfera, ajudando a formar as nuvens. Propiciam aumento do índice pluviométrico As árvores criam micro-climas diversificados para todo tipo de vida

• As árvores conectam o céu e a Terra
• As árvores são SERES vivos, muito mais antigos do que nós neste planeta.
Devem ser conhecidas e respeitadas.

 
Para que às árvores façam seu papel precioso, precisamos do apoio de toda à população na conservação delas.

Adote e cuide de algumas árvores próximas da onde mora e trabalha:

• Regue-as nos períodos sem chuvas. Calcule uns 20 litros por rega. Devagar e sem excesso. Regue nos dois primeiros anos e em especial nas primeiras semanas após o plantio.
Sem água a árvore não sobrevive, portanto se ficar sem chover mais de 3 dias, devemos regá-la até o sistema radicular se desenvolver no subsolo e não mais depender das regas artificiais.

• Retire os galhos que nascem abaixo das copas até chegarem à altura de 3 m. São as podas de formação dos chamados “Ramos Ladões”. Se não o fizermos a árvore vira um pequeno arbusto, atrapalhando os transeuntes nos passeios e o seu desenvolvimento.

• Não as maltrate.

• Proteja às árvores do vandalismo e evite que podem ou façam sua remoção sem critério.

• Alimente-as com um pouco de composto orgânico. Dentro do solo existem nutrientes super importantes, como vitaminas, que dão resistência e auxiliam nos demais processos.

• Mantenha os tutores firmes, pois eles corrigem o tronco evitando a inclinação ou seu crescimento tortuoso.

• Organize em seus comércios Mutirões de Conservação das árvores plantadas. Regando e limpando sua base.

• Comemore conosco mais árvores plantadas em nossa cidade. Elas contribuem para a melhoria da nossa qualidade de vida.


 
Aonde tiver este símbolo carimbado na calçada será plantado uma árvore.



Prepare-se para adotar e cuidar de sua nova companheira. Com certeza cada árvore te dará muito, mas muito em troca.

Compartilhe esta novidade com seus amigos e vizinhos.

Comemore conosco mais árvores plantadas em nossa cidade. Elas contribuem para a melhoria da nossa qualidade de vida.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Estudo revela que o degelo começa a atingir Antártida Oriental

Ritmo de perda de massa de gelo na região polar foi de 132 quilômetros cúbicos ao ano entre 2002 e 2009

Vale a pena colocar estes artigos no Blog.

LONDRES - O aquecimento global começou a atingir a Antártida Oriental, uma vasta região do Continente Branco que conservava até agora um particular "status quo" que a mantinha resguardada do degelo polar. A poucos dias da conferência em Copenhague sobre mudança climática, esta descoberta publicada neste domingo, 22, pela revista "Nature" aumenta a pressão sobre os líderes de todo o mundo para que ponham um freio ao aquecimento global, que parece avançar mais rápido do que se pensava.
Um grupo de trabalho da Universidade do Texas (EUA) dirigido pelo professor Jianli Chen observou que a camada de gelo da plataforma antártida oriental, na qual se encontra a maioria das geleiras do planeta, começou a perder espessura em 2006, seguindo a esteira da zona ocidental do continente.

Com a colaboração da tecnologia do satélite "Grace", os pesquisadores conseguiram estimar a densidade do manto de gelo das duas áreas entre abril de 2002 e janeiro de 2009. O "Grace" permite medir direta e exaustivamente as alterações na massa da placa de gelo e determinar, desse modo, qualquer modificação na distribuição da massa terrestre com o passar do tempo, por menor que seja.

Assim, a equipe de pesquisa constatou que o ritmo de perda de massa de gelo na zona ocidental foi de 132 quilômetros cúbicos ao ano durante esse período, número semelhante ao indicado por estudos anteriores.

A surpresa foi quando observaram que, há três anos, também o manto de gelo das zonas litorâneas da Antártida Oriental perdia 57 quilômetros cúbicos ao ano, frente à estabilidade aparente registrada até esse momento.

No entanto, apesar de os dados indicarem que a mudança climática já espreita todo esse continente, os cientistas advertem que este recente número sobre a zona oriental conta com uma margem de erro de 52 quilômetros cúbicos.

Por isso, futuras pesquisas deverão precisar o alcance do degelo na plataforma antártida oriental, que representa 70% da superfície do continente e que abriga um manto de gelo, a princípio, mais resistente que o da região ocidental.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,estudo-revela-que-o-degelo-comeca-a-atingir-antartida-oriental,470692,0.htm

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Liberdade Ai Surú

Tanta coisa acontecendo em São Paulo, referente a Educação Ambiental e plantio de árvores que merecem serem comentadas.
Uma delas está no Bairro da Liberdade onde estão sendo articulados com a Prefeitura e diversas entidades o plantio de árvores nas calçadas.
Nesta quinta teremos reunião técnica para dar início aos plantios. Primeiro o grupo da comunidade Japonesa pediu uma rua para o plantio de sakuras, mas depois entramos em acordo para que não fosse plantado esta espécie, pois ela tem crescimento lento e é uma árvore densa que poderia machucar os pedestres. Acordamos de plantar nativas de acordo com o padrão da Prefeitura Secretaria do Verde e Meio Ambiente. E de uma rua insisti para subirmos no mínimo 15 ruas e da última reunião passamos a 21 ruas, sendo que pretendemos que os plantios aconteçam ainda este ano.
É muito interessante trabalhar quando há vontade política e nisto reparabenizo o atual secretário do Verde e Meio Ambiente Eduardo Jorge por acreditar e investir na arborização da cidade de São Paulo.
A estrutura básica deste trabalho gira em torno da Subprefeitura da Sé, Núcleo descentralizado Centro Oeste 2, Educação Ambiental, Arborização da Secretaria do Verde e Meio Ambiente e todas as entidades envolvidas. Nosso plano é envolver o máximo de entidades para que o projeto seja vivenciado e aceito por todos os moradores, entidades, universidades, comerciantes, etc...
Isto se aplica a outras localidades como Bela Vista, Vila Mariana, Ipiranga (Escola Municipal José do Patrocínio), Bom Retiro (na ex Favela do Gato) e também na Rede Social Vila Buarque, onde estamos articulando com todos envolvidos da rua Rego Freitas e arredores para plantar. A idealização desta ação integrada está com a Matilha Cultural. Hoje teremos reunião na rede social da Vila Buarque, sábado haverá encontro na Rede Social da Bela Vista. Com certeza a cidade está em transformação e colheremos frutos melhores em alguns anos.
Em breve

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Se você casar ou divorciar, terá de plantar árvore: Projeto de Lei

É isso o que prevê projeto de lei em tramitação na Câmara. Proposta também obriga compradores de carro zero e construtoras a plantar mudas


Fábio Góis

Imagine o caro leitor se, ao casar, divorciar ou mesmo comprar automóvel, fosse obrigado a plantar uma determinada quantidade de árvores, com o objetivo de “combater o aquecimento global”. Pois é exatamente isso o que estabelece o Projeto de Lei 2900/08, de autoria do deputado Manato (PDT-ES), que será analisado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável antes de ser encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

A proposta torna obrigatório o plantio de árvores e congêneres nos casos de divórcio (25 exemplares), casamento (10 unidades), construção de edifícios e compra de carro novo – esses dois últimos conforme critérios mencionados abaixo. Segundo o deputado, todas essas situações implicam aumento no consumo de água e de energia, além de resultar em alterações estruturais de ocupação do espaço urbano.

“É de se esperar que, além da contribuição espontânea, os cidadãos sejam obrigados por lei a fazer uma provisão para o bem da natureza com o plantio de árvores por ocasião de seu casamento e divórcio, aquisições de veículos e os alvarás dos empreendimentos imobiliários. A preservação do planeta deve ser a prioridade maior de toda a sociedade, buscando a diminuição do tamanho das cidades e aliviando o impacto da humanidade na Terra”, diz o deputado em trecho da sua justificativa para o projeto.


Conheça a íntegra do PL 2900/08

Floresta de casamentos e divórcios

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram realizados 916.006 casamentos em 2007 (mais de 9 milhões de árvores a mais, caso a lei estivesse em vigência). No mesmo ano, foram registrados 231.329 divórcios (5.783.225 milhões de novas plantas). Isso quer dizer que o vai-e-vem conjugal teria significado quase 15 milhões de novas árvores caso a lei estivesse em vigor na ocasião. Quase uma Mata Atlântica.

Os dados do instituto mostram que para cada quatro casamentos foi registrada uma separação naquele ano. Trata-se da maior taxa da série mantida pelo IBGE desde 1984, que registra números crescentes, atribuídos à mudança de comportamento da sociedade e da desburocratização da legislação para dissoluções consensuais (Lei 11.441).

Até o dia 1º de setembro, a indústria automobilística brasileira registrava a venda de 2 milhões de unidades de veículos novos no país. Se já estivesse em vigor, a aplicação da lei resultaria no plantio de dezenas de milhões de árvores, segundo os seguintes critérios estipulados pelo autor.

Pela proposta, compradores de carros de passeio, motos e ônibus, por exemplo, teriam de plantar 20 mudas por unidade. Na compra de um caminhão ou caminhonete, dobra o número de plantas. E chega a 60 no caso de veículos de tração, como caminhão-trator ou trator de rodas.

O texto prevê ainda que “o comprador do veículo comprovará junto à concessionária, por meio de recibo emitido pela autoridade competente, a doação das mudas ou o recolhimento do valor correspondente ao órgão competente”.

Manato destaca os altos índices de divórcio e de aquisição de imóveis e automóveis verificados nas grandes cidades, ressaltando os malefícios que tal crescimento traz para o meio ambiente. Para ele, a “terrível emissão de poluentes” que agravam a situação da “já tão carregada [atmosfera] das cidades”, por si só já seria motivo para o plantio de árvores. “Para efeitos do disposto na presente lei, cada muda de árvore será calculada com o valor de R$ 1,00 (um real)”, diz o projeto.

Árvore ou taxa

O projeto lembra ainda que, caso prefiram, as pessoas poderão optar pelo pagamento de taxa “no valor correspondente à quantidade de mudas que deveriam ser plantadas”. Assim, pagariam R$ 25 por divórcio e R$ 10 por casamento. “O divórcio tem um peso bastante significativo sobre o meio ambiente. A lógica é simples: quando as pessoas se separam, as famílias se dividem. Isso resulta em aumento no número de residências, o que, por sua vez, leva a uma ocupação maior do espaço e também a um consumo maior de energia e de água”, diz o parlamentar capixaba.

O deputado cita no projeto um trabalho feito na Universidade Estadual de Michigan (EUA) pelo professor Jianguo Liu, em 2005. Segundo o estudo, divórcios e separações exigiram a construção de 38 milhões de “quartos extras” para abrigar os novos solitários, “elevando os gastos com iluminação e aquecimento”. “No mesmo ano, as famílias de divorciados no país gastaram 73 bilhões de quilowatts/hora de eletricidade e 2,3 bilhões de litros de água a mais do que teriam gasto se o casal não tivesse se separado”, diz Manato.

No caso das aquisições de imóveis, o texto estabelece que as construtoras ficam obrigadas a plantar dez mudas “para cada unidade residencial funcional”, e 20 para cada unidade comercial construída”. O parágrafo único define que as mudas deverão ser plantadas e cultivadas “na cidade em que as unidades forem comercializadas, nas proximidades dos edifícios, ou conforme orientação da autoridade competente”.

“Assim, teremos cidades mais arborizadas, mais bonitas, ar mais respirável e cidadãos mais conscientes de seus deveres ecológicos”, diz o deputado na conclusão de sua justificativa.

Resistência na Câmara

A proposta de Manato não tem sensibilizado seus colegas. O projeto foi rejeitado por duas comissões temáticas até agora: a de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio (CDE) e pela de Desenvolvimento Urbano (CDU).

O relator da matéria na CDE, deputado Fernando Chucre (PSDB-SP), considerou a despropositada a proposição de Manato e recomendou sua rejeição, alegando que outros grupos e situações sociais também promovem ou contribuem para a poluição do meio ambiente – mas não são obrigados à contrapartida do plantio de árvores.

Para Chucre, os princípios da isonomia, da igualdade e da impessoalidade são feridos com o projeto, uma que vez que há diferenciação de casos.

Chucre considera que a consciência ambiental deve ser estimulada por meio de campanhas educativas e, apenas na hipótese de que estas não deem resultados positivos, “é que se deve recorrer ao meio coercitivo, ou seja, à imposição legal”.

O deputado tucano lembrou ainda que já vigora no país uma legislação específica compensatória aplicada em situações de implementação de empreendimentos diversos – como reposição equivalente de áreas desmatadas por construções legais e execução de projetos de purificação em águas contaminadas.

Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2009
Fonte: http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=1&cod_publicacao=30298

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

SÊ COMO A ÁRVORE

Se queres de fato, chegar à perfeição, sê como a árvore frondosa e amiga que aconchega em seus braços todos os que por ela passam.
Procura saber bem envelhecer, para que possas sentir tuas raízes bem firmes ao solo.
Estas só se desenvolvem quando a assimilação é eficaz.
Procura também interiorizar os bons ensinamentos que aprendeste até o dia de hoje, para te sentires forte no amanhã.
Saiba enfrentar os vendavais e o sol causticante, assim como a árvore os enfrenta.
Seus galhos se envergam quando o vento passa, mas depois eles voltam aos seus respectivos lugares, prontos para receberem novas folhas verdes.
Saiba enfrentar as intempéries da vida e crê em dias melhores.
Distribui os frutos aos que têm fome.
Aquece em teu regaço os desanimados pelas duras trajetórias, assim como a árvore amiga, atrai para si os que se sentem exaustos em meio à caminhada.
Enfeita, com as flores de teu coração, as mentes até então desviadas do caminho do bem.

INCRA é o maior devastador da Amazônia

Enquanto o Instituto Plant+Ar tem como uma das suas metas à educação ambiental e como consequência o plantio de árvores e a preservação das florestas, o próprio órgão do governo “INCRA” desmata.O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária _ "INCRA" foi o responsável pelas seis maiores devastações realizadas na região Amazônica nos últimos três anos.O Inpe divulgou que desmatamento aumentou 133% em agosto. Área equivalente a metade de São Paulo. Que pena!!É óbvio que o "INCRA" já começou o processo de defesa, alegando e retirando a própria culpa. Mas a questão é real e preocupante.O bom da coisa é ver que o atual Ministro do Meio Ambiente tem se expressado mais livremente com seus 'colóquios'. Estas declarações do Ministro referente ao "INCRA" levantará questões importantes a serem debatidas pelos Poderes de Brasília. Uma pena não ver o mesmo interesse vinda do atual Presidente da República, que com sua atual força e popularidade poderia modificar o curso do desmatamento, entre tantas outras coisas.Mas como tudo gira em torno de interesses não há previsão de uma medida austera frente ao desmatamento. Com certeza os netos do atual Presidente vão questionar por quê o avô deles não tomou as devidas providências que beneficiariam a grande maioria da população. Zanén Nakotô Deská!!

Caso queira saber mais, por favor, acesse: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL778094-5598,00-INCRA+E+O+MAIOR+DEVASTADOR+DA+AMAZONIA+APONTA+IBAMA.html

Código de Cores para os Diferentes Tipos de Resíduos

Propague essa idéia!!!

Busque selecionar e separar os RESÍDUOS em coletores segregados por cores.Veja a seguir:Código de Cores para os Diferentes Tipos de Resíduos.

AZUL = Papel/Papelão
AMARELO = Metal
VERMELHO = Plástico
VERDE = Vidro
PRETO = Madeira
LARANJA = Resíduos perigosos
BRANCO = Residuos hospitalares e de saúde
MARROM = Resíduos orgânicos
ROXO = Resíduos radioativos

Conforme Resolução 275/2001

Homenagem a Mario Orlandi Filho

A TODOS AMIGOS DO PLANT+AR: Comunico que o plantador e amigo virtual Mario Orlandini Filho, moderador das comunidades do Orkut: SOS MATA ATLÂNTICA e REFLORESTAR ITAQUERA, faleceu.Nós nos comunicavámos pela web e nosso vínculo foi a batalha incansável de aumentar as áreas verdes, proteger os manaciais, plantar mais árvores e educar as pessoas da importância que fazemos em cada ação a favor do meio ambiente. O Mário também plantava e seu foco estava na zona Leste da Cidade de São Paulo.Portanto, amigos virtuais, solicito verdadeiras ações de cada um de vocês. Solicito também, motivação de colocar cada palavra em prática, de zelar pelo meio ambiente em volta da casa e trabalho de vocês.Cada vez que vejo pessoas desta "Tribo de guardiões do Planeta" irem para "outro plano" imagino que a força deles se reparta e espalhe à consciência de outras que ainda estão aqui. Temos muito o que fazer, muito o que mudar e preservar! Estejam abertos, aprendam e cuidem da Natureza. Façam cursos, leiam, se informem e contribuam à Vida. Consumo consciente e lembrem-se: Apoiem nosso esforço. Descanse em Paz Mario. Tudo de Bom. Alexandre Chut

A Água mineral será o ouro do século XXI.

Em tempos modernos, numa constatação da ONU, um bilhão e quatrocentos mil pessoas não têm água tratada em casa, originando diversas doenças, como diarréia e esquistossomose. Um terço da população sem condições vivem o stress da água.
Formada a partir de dois elementos, a água é um composto estável e todos vivemos dela! Recurso considerado, por muitos, praticamente inesgotável, para toda a população mundial, as águas potáveis já são escassas. Diferente da ficção Mad Max, onde houve lutas pelo que restou do petróleo, há o medo de guerras civis através das previsões de disputa pela água, e quem tiver acesso às águas potáveis terão o poder. Hoje, o litro de água é mais caro que o litro da gasolina. Enquanto compramos l'eau minérale da França, é bom lembrar que o Brasil é um dos países mais ricos em recursos no assunto, pois tem mais de 25% em água potável do mundo. Existe a previsão, do Banco Mundial, de escassez de água potável em 2004. Enquanto isso, empresas de grande porte, como a Coca-Cola e a Nestlé, vêm comprando terras com fontes pelo mundo inteiro, inclusive no Brasil. A água mineral será o ouro do século 21.
As águas de consumo público são captadas em lençóis subterrâneos e profundos, ao abrigo da poluição, ou em rios e lagos artificiais ou naturais. O tratamento completo da água comporta a eliminação das matérias em suspensão, coloidais ou não, e dos micropoluentes, compostos julgados perigosos ou desagradáveis mesmo em quantidade reduzida (metais pesados, compostos organoclorados, pesticidas, hidrocarbonetos). É um trabalho mecânico, mas excessivamente delicado no que diz respeito a responsabilidade desta. A agricultura consome muita água do mundo. A falta de água prejudica a agricultura; quando a água é pouca falta comida.
Durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo principal objetivo é sensibilizar os países membros da ONU para que explorem de maneira mais racional os recursos de água. É de conhecimento dos governos mundiais que os recursos hídricos estão diminuindo gradativamente. De acordo com dados da ONU e da Comissão Mundial Sobre a Água do Século XXI, cerca de 500 milhões de habitantes de 29 países sofrem, hoje, de escassez de água. E para solucionar este problema no mundo, segundo o Banco Mundial, seriam necessários US$ 800 bilhões durante os próximos dez anos. A ajuda internacional não passa de 10% deste total.
A principio, cada país tem desenvolvido uma estratégia. Israel, por exemplo, sendo um país de pouquíssimos recursos fluviais, tem como missão nacional o aproveitamento adequado dos recursos existentes com as mais altas tecnologias para utilização das chuvas de inverno; reutilização de águas residenciais e industriais purificadas; processo de desalinização; conservação e aumento da pluviosidade; as indústrias redesenham suas instalações, diferente da situação do sucateamento das empresas brasileiras; a agricultura com seus avanços tecnológicos de irrigação, que trazem uma redução significativa da ordem de 20% da perda de água. Israel fornece água para todo o país e também à Jordânia. Neste ano, por exemplo, Israel passou por uma das piores secas dos últimos tempos; a quantidade de água não será suficiente nem para a própria população. Sendo assim, Israel passa pela possibilidade de suspender suas vendas à Jordânia, que será obrigada a comprar de um outro fornecedor mais distante, portanto mais gastos.
O Brasil destinou verbas internacionais para a criação de comitês das bacias, onde, por meio deles, membros da sociedade e dos governos municipais, estaduais e federal buscarão respostas de como deve ser usada a água dos rios. Cheguei a participar, como convidado, de reuniões no início de 1998 para uma das cinco bacias hidrográficas de Minas Gerais, onde a região de Visconde de Mauá está inclusa. A proposta é boa, torcer para que não mamem muito dessas verbas e que não acabe em pizza!
São Paulo, por exemplo, em matéria de água potável, dispõe, por pessoa, menos de um terço do nível mínimo recomendado pelas Nações Unidas. Não dispõe de novos mananciais, seus reservatórios continuam sendo poluídos e é assustador o crescimento de loteamentos clandestinos nas áreas dos mananciais, superpopulando essas importantes regiões, poluindo-as através de esgotos domésticos.
A alternativa mais coerente será racionalizar o consumo, desde o cidadão até a indústria, e investir na preservação dos mananciais, combatendo a ocupação dessas áreas. Por enquanto, dizem os governos que para a melhoria da qualidade das águas estão as obras municipais de saneamento básico, a recuperação dos mananciais e a limpeza de córregos, além de projetos de pesquisa de área. Falando deste jeito sobre projetos a serem realizados pelo governo, recordo-me quando estava no colegial e tive uma aula de filosofia sobre a diferença entre o de fato e de direito.
A verdade é que estamos cada vez mais distantes da água da fonte. Viramos con$umidores dependentes de garrafas e garrafões. Cada vez mais lançam sistemas de filtros e purificadores ultramodernos (um dos últimos, é por osmose reversa). Cientistas, no mundo, desenvolvem e aperfeiçoam técnicas que permitem melhorar o tratamento das águas residuais, salinas e da água potável. Para tratamentos cada vez mais sofisticados, em proporções semelhantes, crescem os ga$tos.
Pequenas atitudes, como desligar a torneira ao escovar os dentes e só utilizá-la para lavar-se, deixar o chuveiro desligado enquanto não toma banho. Se cada um tomar pequenas atitudes e posturas de cidadãos do mundo, transmitindo aos outros, já é um grande primeiro passo. Tem muita coisa para fazer, tanto os cidadãos quanto as indústrias e os governos.
Os dados são alarmantes. O problema é um fato e real, ultrapassa fronteiras, mas enquanto não chegar às torneiras de cada casa o tema águas escassas ainda será para poucos. É uma questão de tempo. Somos, de fato, dependentes da natureza, devemos prestar maior atenção a este assunto, dando importância real na saúde e na sobrevivência de muitos, evitando futuras guerras. Caso contrário... as águas vão rolar...
Este artigo foi escrito por Alexandre Chut no primeiro semestre de 1999.

Fenômeno Humano circunda Reservas Ecológicas

Está ocorrendo um fenômeno de crescimento populacional humano no entorno das Unidades de Conservação no mundo inteiro. E isto é um dos maiores perigos para o futuro de cada Reserva.Enquanto centenas de organizações ambientais, governos e ecologistas buscam criar e preservar o interior destas Unidades de Conservação, deve-se agora preocupar também nas áreas que circundam estas Unidades. Nas mais de 80% das 306 reservas estudadas na América Latina e África, a densidade populacional no cinturão em volta destas reservas cresce de uma forma completamente diferente das áreas rurais, chegando até numa diferença de 500%.A questão é centrada nos investimentos internacionais direcionados para estas reservas. Quanto mais dinheiro é investido na reserva, mais pessoas elegem o cinturão de 10 quilômetros em torno de cada reserva como suas novas propriedades. A seqüência desta migração inicia com desflorestamentos num raio de 50 quilômetros e as conseqüências de uma mudança sem planejamento trará ações insustentáveis.Preocupar-se em manter as reservas já tem sua complexidade, agora os cinturões serão fonte de outros temas preocupantes, pois se criam nas regiões próximas às Unidades de Conservação novas organizações com seu desenvolvimento e adensamento populacional. Isto é um grande perigo que ameaça toda uma luta de anos e de milhares de pessoas que estão envolvidas em preservar paraísos ecológicos.Mais informações: Accelerated human population growth at protected area edges. Science, vol. 321, pág. 123,2008 ou com Fernando Reinach

27% da fauna desaparecida

Na IX Conferência das Partes da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica da Onu, em Bonn, foi apresentado através do Índice Planeta Vivo que nos 35 anos entre 1970 e 2005, a população de animais do planeta caiu, em média 27%. Tudo em função da ação humana. Foram acompanhadas a evolução de 4.000 populações de 302 espécies de mamíferos, 811 de pássaros, 241 de peixes, 83 de anfíbios e 40 espécies de répteis. Das espécies mais atingidas está às marinhas e aves marinhas, na seqüência a população das espécies de água doce e terrestres. O índice mostra que o declínio da fauna é mais acentuado nos países tropicais da América Latina, África e Sudoeste Asiático. Também fizeram paralelos com a extinção em locais onde ocorre uma industrialização acelerada.Quanto mais se estuda e aprende a respeito das questões do meio ambiente mais assustador ficam os cenários para as próximas gerações.Aqui no Brasil, vejo que tentaram colocar panos quentes na saída da Senadora Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, porém até com o máximo de boa vontade do atual Ministro, o Governo não está com a devida atenção para a perda alarmante da biodiversidade como uma ‘questão problema’ que deve ser estudada e evitada. As grandes obras do PAC estão a todo o vapor e teremos nestes próximos anos muitas ações humanas e brasileiras que farão aumentar mais este índice de desaparecimento da fauna e há um impacto direto em nossas vidas. Para mim, a presença do poder público na proteção das espécies vegetais e animais é precária e levará à destruição de vidas de uma forma sem precedentes.A causa da perda da fauna é exclusivamente causada pela ação humana como: poluição, agricultura extensiva, expansão urbana e industrial sem precedentes, pesca e caça predatórias, desmatamento, queimadas, entre outras. Todos impactos das atividades humanas devem ser considerados como causadores desta perda de mais de ¼ da população animal do planeta. Sendo que há previsão que a mudança climática também será uma das principais ameaças para a biodiversidade.A biodiversidade determina a saúde do planeta. O ser humano como um ser coletivo não está tomando as devidas providências.

Empresas do Futuro

No documento “Nosso Futuro Comum”, do relatório de Brundtland, publicado em 1987 definiu-se o termo Sustentabilidade como um processo de "suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas". Já escrevi um pouco sobre sustentabilidade neste blog, mas existem várias diversificações para este assunto. Hoje escrevo sobre as empresas e seus líderes.A questão de dar ‘continuidade’ às gerações futuras através de ações é um dos pilares da sustentabilidade. O que fazemos hoje refletirá no mínimo para as próximas quatro gerações. Porém, até em jardim inglês há ervas daninhas e existe um grande problema no modelo de sustentabilidade nas empresas que deve ser discutido profundamente nestes próximos anos. O pilar de uma sustentabilidade perene tem suas sombras muito profundas, chamadas de Impacto Ambiental, Social e Cultural das ações humanas. Num mercado globalizado e extremamente competitivo as empresas privadas e públicas buscam aumentar a sua produção e reduzir os custos causando muitas vezes impactos ambientais irreversíveis.A realidade é nua e crua. As empresas são comandadas por pessoas com poderes de decisão. Muitas destas decisões são infundadas, baseadas em estruturas falhas que infelizmente se repetem. Apesar de que neste momento alguns líderes estão começando a escutar sobre sustentabilidade. Existe uma geração de líderes que necessita reaproveitar seus tempos para avaliar de forma profunda e prática as conseqüências de ações e suas reações ao meio. Também o funcionamento da natureza, o que é impacto ambiental em especial no que tange o trabalho de cada um deles.Acredito que uma forma de alavancar mudanças de sustentabilidade nas empresas é criar ciclos de palestras e cursos para os pequenos e médios empresários, seus gerentes e funcionários (modelo tipo Sesc e Senac). Estes profissionais que comandam pequenas empresas são uma camada da sociedade coorporativa que ainda carece de instrução referente à sobrevivência das futuras gerações, onde infelizmente suas ações insustentáveis tem contribuído e muito com Impacto Ambiental.Uma 'empresa do futuro' deve ter o comprometimento real em suas ações sociais, ambientais, culturais e financeiras. Uma empresa sustentável deve ter sua capacidade e seu desempenho acima da média e manter, de fato, uma ‘vantagem competitiva sustentável’. De alguma forma deverá divulgar estes conceitos para seus funcionários, parceiros, fornecedores e consumidores estimulando a sustentabilidade.

Plantio & Mutirão: Encontro Mineiro

Hoje, minha amiga me apresentou seu amigo que quer que plantemos numa área de 20.000 metros quadrados que ele tem dentro de uma cidade mineira, próximo a Belo Horizonte. Foi um encontro com poucas palavras, percebia no ar que cada um já tinha suas vivências e estávamos nos respeitando e nos entendendo como dois mineiros. Ele por ser mineiro mesmo, eu por ter optado em comprar as reservas ecológicas, que preservo há mais de 16 anos em Minas Gerais.A conversa foi rápida e precisa, ambos querem a mesma coisa: reflorestar com árvores nativas este local. Falei para ele se o projeto for bem planejado e plantaremos mais de 5.000 árvores no local, também precisaremos de patrocínios para tanta coisa. Fui listando e ele se empolgou bastante.
Todo o processo de reflorestar uma área dentro da cidade precisaria também mobilizar a população para participar do plantio. Esta é sempre minha condição para aceitar parcerias: a de poder sensibilizar a população através de vivências.
Além de ser um evento sócio-cultural ambiental e educativo, que mobilize uma porção da cidade, também será bom a quem quiser patrocinar e divulgar a sua marca vinculada à nossa especialidade de mutirão de plantio de árvores com a população local.
Primeiro disse para ele entrar em contato com as autoridades locais, relacionadas às autorizações e começar a buscar patrocínios também. Depois listar nome das escolas, quantos alunos dispõem para estar no plantio e ainda cogitei de fazer o plantio dividido em partes para que várias escolas participassem em horários diferentes.Vou falar mais deste tema à medida que prosseguirmos as negociações.Aproveito hoje e convido eventuais patrocinadores a entrarem em contato conosco, temos diversos projetos que dependem de apoio financeiro.Seguirei neste Blog falando sobre o preparo da terra.

Calagem vinda do papo Mineiro

Durante a conversa com este “ser iluminado” que se dispõe a plantar e reflorestar uma área particular no meio da cidade, comentei então que deverá ser feito uma calagem no local.Ele perguntou o que é uma calagem e enquanto explicava, pensei em escrever aqui no Blog do Plant+Ar um pouco a respeito. Minha especialidade é outra, porém darei uma leve introdução para que tenham mais informações a respeito.Aplicação de calcário agrícola no solo, também chamado de calagem é uma das medidas utilizadas para aumentar a eficiência e produtividade de plantios, tanto de árvores, quanto de lavoura.O Brasil predominantemente tem solos ácidos, com baixos valores de pH,ou seja menor que 5,5. Tem teores insuficientes de cálcio e excesso de alumínio e ou manganês. Este tipo ácido de solo impede a absorção plena dos nutrientes pelas plantas. Os principais danos às plantas provocados por solos ácidos estão no desenvolvimento das raízes. O excesso de alumínio e a acidez elevada impedem um bom crescimento do sistema radicular e principalmente reduzem a absorção de água e dos nutrientes necessários para o desenvolvimento da planta.A calagem entra nesta hora, buscando elevar o pH entre 5,5 e 6, 5. Reduzindo a toxidez por excesso de alumínio ou manganês no solo, assim favorecendo um solo com nutrientes disponíveis e a atividade de microorganismos no solo.Com a calagem feita, a planta terá melhor desempenho no potencial produtivo graças ao aumento da “massa do solo” que será explorado pelas raízes. Ou seja, a calagem é super importante e deve ser feita muito antes do plantio. Sempre recomenda uma análise prévia do solo para saber a quantidade que deve ser aplicada.O calcário usado para corrigir o solo é uma rocha moída, formada por carbonatos de cálcio e magnésio, com baixíssimo risco para manipulação. Evita-se inalação deste pó e sempre se recomenda um bom banho depois.Usa-se também com propósitos similares a farinha de osso. Uma outra alternativa, é o gesso agrícola ou fosfogesso, onde a solubilidade do gesso é 180 vezes superior à do calcário. Com a água da chuva, por exemplo, consegue ir rapidamente para uma profundidade maior melhorando o crescimento radicular abaixo da primeira camada de terra, ou da camada superficial. O gesso agrícola não corrige a acidez nem aumenta o pH do solo, só alivia o problema de excesso de alumínio e fornece cálcio. Pode-se fazer calagem e depois de dois ou três meses usar o gesso agrícola.

Meio Ambiente X Política

Um dia, há muitos anos atrás, ouvi de João Paulo Capobianco que "ecologia e meio ambiente é pura política. E se não encararmos este fato iremos perder tempo".Naquela época não ficou tão claro para mim que os políticos não sabiam o que era meio ambiente. Depois percebi que Capobianco estava repleto de razão, enquanto os políticos ignoravam assuntos sobre biodiversidade, poluição ambiental. Aprovavam tudo o que fosse contra a natureza. Naquela época, inconformado com a situação em que viviamos, iniciei um novo processo pessoal. Antes, eu falava sobre a Importância das Árvores, seus benefícios e o que podemos fazer por elas, pelas florestas. Imaginava que assuntos tão óbvios fossem compreendidos facilmente. Agora intensifico o discurso com temas políticos e a importância de fortalecer a educação ambiental, "tocar", no sentido figurado, dentro da consciência inocente das crianças para que haja futuramente uma pressão tão forte politica que o Estado se "curve" à pressão de uma população politicamente consciente e integra no que diz respeito às ações para próximas gerações.Os licenciamentos ambientais, hoje são uma piada. A aprovação passa por cima dos órgãos competentes, alegando a necessidade de novos empregos, desenvolvimento à região, mas é sabido, sem provas, que existem pedágios onde as mãos se molham. Hoje, os políticos já entendendo que não podem fazer o que querem pressionam os comitês para agilizar às concessões. Mas, pergunto, como pode ter uma agilidade em concessões sem passar por um estudo minucioso do impacto ambiental, social, cultural e econômico mantendo várias pontos de vista, desde o próprio local, entorno e vizinhança mais afastada? Como podem exercer funções de executar as políticas de uso sustentável dos recursos naturais em regiões de unidades de conservação? Decidir em poucos meses o destino de uma população que mantém a dezenas de anos costumes culturais, econômicos e sociais?Em que momento encontramos nossos políticos fomentando programas de pesquisa, proteção, preservação e conservação da biodiversidade? E ainda, exercer pressão com o poder de polícia ambiental para a proteção das unidades de conservação federal?Quem tem consciência do conhecimento da maioria dos atuais representantes do povo, sabe que eles nem sabem do que falam. Pesado ouvir isto? Pesado ouvir discursos inflamados e depois votarem contra seus próprios netos.Política é interesse pessoal. Os interesses são tão mesquinhos, que a conseqüência destes mandatos é desastrosa, é vergonhosa.Assim decidi que grande parte da minha vida, estarei buscando aprender a educar, aprender a me comunicar a ponto de mobilizar as pessoas, independentemente de raças, credos ou cores para se unir com um grande e único propósito de serem respeitados nesta democracia. Acho que atualmente, quem educa deve pensar politicamente.Um simples professor deve ter como objetivos dentro do seu objetivo: educar e preparar novos líderes. Educar vozes que não se calarão com o despropósito que estamos assistindo. Escrevo aqui falando do Brasil e em toda a América latina.

Prepare o solo dois meses antes do plantio de Frutíferas

Plantar árvores frutíferas tem alguns ‘macetes’.Primeiro deve-se saber qual a biologia da espécie para a escolha do período a ser plantado. Divide-se em dois grupos:Planta-se no final do outono e inverno as espécies de folhas caducas (caqui, uva e pêra) que no inverno costumam passar por queda de folhas.Outra época de plantio recomendado para a primavera e verão são as espécies de folhas persistentes (citros, manga, abacate, goiaba) que não caem no inverno.O ideal é preparar o espaço que ela se desenvolverá dois meses antes.A localização deve ser sempre próxima a uma fonte de água e voltada para a face norte, menos sujeita a ventos.O espaçamento entre elas estará diretamente relacionado ao volume da copa da árvore quando adulta. Quanto maior o porte da árvore, maior será o espaçamento.O tamanho da abertura da cova (berço) é de 60 cm cúbicos (profundidade, comprimento, largura).A terra retirada desta cova deve ser dividida em dois montes. Um monte é com a camada mais superficial de 0 a 30 cm de profundidade e o outro monte de 30 a 60 cm de profundidade. Mistura-se a terra da camada superficial com adubo, calcário (ou farinha de osso) e matéria orgânica, joga-se no fundo da cova. Completa-se a cova com terra até um pouco acima do nível da superfície. O outro monte retirado do subsolo é usado para fazer a “coroa” em volta da muda, auxiliando para reter água.Após dois meses, é feito o plantio da muda pronta.

Adote algumas árvores, regue-as neste período seco


Várias cidades estão em estado de alerta com o índice de menor umidade relativa do ar. O índice é recorde no ano. No caso da capital paulista só em 1943 houve um ar tão seco, porém com menos índice de gases poluentes soltos no ar. Não havia tantas indústrias, nem automóveis soltando o CO2 de forma tão violenta.Índice acima de 30% é considerado tolerável pela Organização Mundial de Saúde. Em São Paulo o índice está abaixo de 19%, considerado estado de alerta, caso abaixe a 12% será estado de emergência.Se não chove fica seco o ar. A secura nos enferma. E, infelizmente, devemos evitar fazer exercícios físicos ou ficar em locais aglomerados principalmente das 10h às 16h.Regular a secura, amenizar a temperatura, são alguns dos motivos que plantamos árvores nos ‘quatro cantos’ do planeta. As árvores têm o poder de modificar o micro-clima da onde estão.Mas para realizar estas atribuições às árvores devem ser regadas, pois se não recebem água elas não conseguem nos ajudar.Observem que várias árvores estão secas e muitas que foram plantadas estão quase morrendo devido à falta de chuva.Portanto, sem muita explicação, convido todos a terem a prática de sair de casa e do trabalho com estas garrafas Pet de 2 litros, enchê-las de água e regar as árvores adotadas, se possível todos os dias. Assim, mantendo-as vivas, cumprirão com seu papel protetor à nossa saúde.Adote algumas árvores e regue-as neste período seco. Faça sua parte para mudar o micro-clima da onde você mora.

Sustentabilidade, Política & Continuidade

Ao mesmo tempo que cresce a consciência da necessidade de preservar os recursos naturais pensando tanto no agora como nas gerações futuras. Ocorre também a necessidade de dar continuidade a todo este movimento.São diversos e complexos os problemas que assolam o planeta desde poluição de rios, lagoas e mares, escassez de água, queimadas, desmatamento, mudanças climáticas. E para que ocorra a preservação, acredito que existam duas questões fundamentais no processo de reformulação das atitudes sustentáveis.De fato, a primeira questão para ser levada em conta está na absorção das informações. No entendimento dos conceitos teóricos e práticos de ecologia, meio ambiente e sustentabilidade compreendida pelas mais diversas populações, em suas mais diversificadas economias e situações políticas.A segunda questão é vinculada no que chamamos de interesse de poucos para poucos. A população consciente, em todas as suas ramificações deverá saber também de sua importância política. Posicionando-se desde o consumo consciente à produtos comprovadamente que não agridam à natureza e manifestando-se contra políticas públicas que não tenham interesses nem no coletivo, nem para a conservação dos recursos naturais. O objetivo da representatividade pública é que os poucos pensem em todos os que representem.Não nos iludimos dos interesses políticos que, além de envergonhar um povo sem a consciência pública, tem tomado grandes decisões que implicam em situações comprometedoras com as questões ambientais, culturais e sociais. Ou seja, o caminho inverso da sustentabilidade.As soluções, em princípio, sempre são simples. Projetos sustentáveis que causem o mínimo de impacto ambiental ou social no entorno. Projetos, estes que devem preceder de muito planejamento. A visão destas ações está desde a compra de um bem para o interior de casa às obras públicas.Como disse são duas questões fundamentais, a consciência da sustentabilidade e a consciência política. Ambas as questões aparentemente utópicas e complexas. Para uma nação poder avançar de verdade ela deve estar com estas duas questões enraizadas em sua forma de ser. Para cada Estado brasileiro, temos enormes desafios à frente.Existe ainda, outra questão que tange as próximas gerações: a da continuidade desta consciência. Ou seja, como fazer com que incorporem no processo educativo familiar e escolar os conceitos de sustentabilidade e político?São várias as combinações para sustentar estas práticas. As principais estão na educação e no respeito com o semelhante. Elas bem elaboradas resultam na saúde do meio ambiente e da sociedade. É comprovado que pessoas que vivem e trabalham em ambientes sustentáveis sentem-se mais confortáveis.Em cada encontro, em cada conversa com pessoas, o desafio é lançado. Conscientizar sem intervir em credos e religiões nem em políticas partidárias e ao mesmo tempo sendo Questões complexas que de alguma forma nos motivam a continuar a batalha, que mais parece à luta de Hércules com as dezenas de cabeças da Hidra de Lerna.

Quem Somos & o Que Devemos?

Para o Meio Ambiente ... temos muito o que fazer. Sim temos. Mas quem é que tem muito o que fazer? De quem estamos falando? Quem somos estes nós?Nós somos os que devem reclamar para que o governo se mobilize? Nós somos os que devem assumir cargos públicos? Sendo do governo devemos mudar as leis? Mas se as leis são tão boas, devemos então fiscalizá-las? Ou será que somos os diretores, CEOs das empresas que devemos reformular nossas ações nas indústrias, nos escritórios para evitar novas contaminações?Se somos a mídia, devemos esclarecer os fatos, divulgar as atrocidades, motivar e enaltecer as boas ações. Mas quem somos nós? De quem estamos falando?Se somos professores, devemos lecionar e direcionar nossos alunos para conscientizar o quanto antes do que está acontecendo e deve ser mudado. Se somos educadores, devemos antes de mais nada sensibilizar e também conscientizar o impacto que cada ação causam ao meio ambiente e em seguida mobilizar as pessoas para novas ações.Mas quem são estas pessoas? Onde estamos? Sempre têm eles que devem fazer ou já fazem, mas e nós? Quem somos nós neste processo mundial?Se ficar claro que todos estes sujeitos são parte do todo e este todo faz parte de cada um de nós. Ficará mais fácil entender o que, sim, temos muito o que fazer.Educar, informar, sensibilizar, mobilizar e animar cidadãos para que assimilem em seus comportamentos, ações e atitudes desde os conceitos até às práticas ambientais e de consumo consciente .Não há distinção entre executivos, governantes, representantes comerciais, estudantes, donas de casa, alunos, turistas. Todos nós estamos realmente no mesmo barco.O caminho para que cada um de nós perceba que faz parte do todo é longo e complexo, porém quem já percebeu o que está acontecendo deve dedicar grande parte do seu tempo para educar, informar, sensibilizar para em seguida mobilizar e criar assim novos comportamentos.A utopia, ou o sonho deve fazer parte da motivação de quem vê e percebe o que está sendo feito a nosso meio ambiente.Nós somos os responsáveis por nossas vidas. Somos conseqüência do que fazemos e neste momento devemos nos unir de forma tranqüila a iniciar uma revolução tanto no consumo e produção consciente e sustentável quanto nas práticas voltadas a reestruturação do nosso bioma.No meio de tantas divergências e desencontros, somos todos um só. Estes todos somos Nós.

Sustentando a Sustentabilidade

Você sabia que 50% do material utilizado nas construções são desperdiçados? Sabia que 25% se transformam em resíduos? Sabia que os resíduos das construções, demolições e reformas são outros grandes vilões dos resíduos urbanos. Lembro-me da primeira árvore que plantei, quando abria o novo “berço” retirava na primeira camada um pouco de terra e depois o resto era puro entulho de obras. Toda grama que você vê nos canteiros centrais é puro entulho de obras coberta de gramineas. Isto é comum para quem planta em cidades. Necessitamos refinar às leis a respeito dos resíduos para uma verdadeira arquitetura sustentável.Você sabia também que uma lei aprovada em julho de 2007 obriga novas edificações a terem tubulação adequada para aquecimento solar da água? Caso tenha mais de três banheiros a instalação é obrigatória? Você deve ter reparado que nem tudo o que é dito é feito. Ainda tem tantas coisas que devem ser feitas, tantas leis para serem escritas e, principalmente, tantas leis para serem cumpridas a risco. Porém detalhes como estes são aspectos da arquitetura sustentável que influenciará de forma proveitosa à comunidade brasileira e às próximas gerações.Para que estas leis e suas aplicações tenham sentido, elas devem passar por um processo de conscientização da sociedade para entender o significado destas mudanças e fazer com que isto aconteça em suas casas e assim os vizinhos também queiram (inclusive países vizinhos).Devemos entender que estamos buscando nos afinar com o ecossistema, tanto dentro de um empreendimento quanto fora dele. Da mesma forma que incorporamos os benefícios da tecnologia em nossas vidas, podemos também, incorporar padrões de sustentabilidade até que se torne padrão e habitual.Tenho como exemplo de liderança o designer Phillipe Starck. Ele lançou modas pelo mundo e sabe a sua responsabilidade sobre as outras pessoas, agora está revolucionando o seu próprio trabalho buscando a sustentabilidade no design (em breve vou escrever sobre a sua visão eco-design neste blog). Um líder que sabe que influência muitas pessoas deve usar um padrão para introduzir conceitos que sustentem o pensamento sustentável. Dando foco aos quatro princípios da sustentabilidade: à economia, à cultura, ao social e ao meio ambiente. Para sustentar a sustentabilidade devemos ter a clareza da importância de abrir mão de velhos padrões e costumes que enfatizam somente o proveito para poucos. Existem caminhos para manter a empresa no mercado, buscando seu lucro e ao mesmo tempo com o compromisso social, cultural e ecologicamente correto. Cada detalhe numa obra tem seu valor e para sustentar este conceito de arquitetura sustentável deve-se, nestes próximos anos, discutir os detalhes que durantes anos foram um assunto comum e imperceptível. Deve-se discutir bem discutido até chegar ao consenso que está na linha correta onde beneficiará a todos a curto e a longo prazo. Devemos sempre lembrar que conhecemos pouquíssimos do que pensamos saber. E a forma destas mudanças acontecerem está na observação das simples e pequenas coisas e do urgente e óbvio da nossa cruel realidade.Paciência! Estamos necessitando força interna para sustentar a sustentabilidade e assim recriaremos novos cenários. Ânimo!!