Se queres de fato, chegar à perfeição, sê como a árvore frondosa e amiga que aconchega em seus braços todos os que por ela passam.
Procura saber bem envelhecer, para que possas sentir tuas raízes bem firmes ao solo.
Estas só se desenvolvem quando a assimilação é eficaz.
Procura também interiorizar os bons ensinamentos que aprendeste até o dia de hoje, para te sentires forte no amanhã.
Saiba enfrentar os vendavais e o sol causticante, assim como a árvore os enfrenta.
Seus galhos se envergam quando o vento passa, mas depois eles voltam aos seus respectivos lugares, prontos para receberem novas folhas verdes.
Saiba enfrentar as intempéries da vida e crê em dias melhores.
Distribui os frutos aos que têm fome.
Aquece em teu regaço os desanimados pelas duras trajetórias, assim como a árvore amiga, atrai para si os que se sentem exaustos em meio à caminhada.
Enfeita, com as flores de teu coração, as mentes até então desviadas do caminho do bem.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
SÊ COMO A ÁRVORE
INCRA é o maior devastador da Amazônia
Caso queira saber mais, por favor, acesse: http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL778094-5598,00-INCRA+E+O+MAIOR+DEVASTADOR+DA+AMAZONIA+APONTA+IBAMA.html
Código de Cores para os Diferentes Tipos de Resíduos
Busque selecionar e separar os RESÍDUOS em coletores segregados por cores.Veja a seguir:Código de Cores para os Diferentes Tipos de Resíduos.
AZUL = Papel/Papelão
AMARELO = Metal
VERMELHO = Plástico
VERDE = Vidro
PRETO = Madeira
LARANJA = Resíduos perigosos
BRANCO = Residuos hospitalares e de saúde
MARROM = Resíduos orgânicos
ROXO = Resíduos radioativos
Conforme Resolução 275/2001
Homenagem a Mario Orlandi Filho
A Água mineral será o ouro do século XXI.
Em tempos modernos, numa constatação da ONU, um bilhão e quatrocentos mil pessoas não têm água tratada em casa, originando diversas doenças, como diarréia e esquistossomose. Um terço da população sem condições vivem o stress da água.
Formada a partir de dois elementos, a água é um composto estável e todos vivemos dela! Recurso considerado, por muitos, praticamente inesgotável, para toda a população mundial, as águas potáveis já são escassas. Diferente da ficção Mad Max, onde houve lutas pelo que restou do petróleo, há o medo de guerras civis através das previsões de disputa pela água, e quem tiver acesso às águas potáveis terão o poder. Hoje, o litro de água é mais caro que o litro da gasolina. Enquanto compramos l'eau minérale da França, é bom lembrar que o Brasil é um dos países mais ricos em recursos no assunto, pois tem mais de 25% em água potável do mundo. Existe a previsão, do Banco Mundial, de escassez de água potável em 2004. Enquanto isso, empresas de grande porte, como a Coca-Cola e a Nestlé, vêm comprando terras com fontes pelo mundo inteiro, inclusive no Brasil. A água mineral será o ouro do século 21.
As águas de consumo público são captadas em lençóis subterrâneos e profundos, ao abrigo da poluição, ou em rios e lagos artificiais ou naturais. O tratamento completo da água comporta a eliminação das matérias em suspensão, coloidais ou não, e dos micropoluentes, compostos julgados perigosos ou desagradáveis mesmo em quantidade reduzida (metais pesados, compostos organoclorados, pesticidas, hidrocarbonetos). É um trabalho mecânico, mas excessivamente delicado no que diz respeito a responsabilidade desta. A agricultura consome muita água do mundo. A falta de água prejudica a agricultura; quando a água é pouca falta comida.
Durante a ECO-92, no Rio de Janeiro, foi instituído o Dia Mundial da Água, cujo principal objetivo é sensibilizar os países membros da ONU para que explorem de maneira mais racional os recursos de água. É de conhecimento dos governos mundiais que os recursos hídricos estão diminuindo gradativamente. De acordo com dados da ONU e da Comissão Mundial Sobre a Água do Século XXI, cerca de 500 milhões de habitantes de 29 países sofrem, hoje, de escassez de água. E para solucionar este problema no mundo, segundo o Banco Mundial, seriam necessários US$ 800 bilhões durante os próximos dez anos. A ajuda internacional não passa de 10% deste total.
A principio, cada país tem desenvolvido uma estratégia. Israel, por exemplo, sendo um país de pouquíssimos recursos fluviais, tem como missão nacional o aproveitamento adequado dos recursos existentes com as mais altas tecnologias para utilização das chuvas de inverno; reutilização de águas residenciais e industriais purificadas; processo de desalinização; conservação e aumento da pluviosidade; as indústrias redesenham suas instalações, diferente da situação do sucateamento das empresas brasileiras; a agricultura com seus avanços tecnológicos de irrigação, que trazem uma redução significativa da ordem de 20% da perda de água. Israel fornece água para todo o país e também à Jordânia. Neste ano, por exemplo, Israel passou por uma das piores secas dos últimos tempos; a quantidade de água não será suficiente nem para a própria população. Sendo assim, Israel passa pela possibilidade de suspender suas vendas à Jordânia, que será obrigada a comprar de um outro fornecedor mais distante, portanto mais gastos.
O Brasil destinou verbas internacionais para a criação de comitês das bacias, onde, por meio deles, membros da sociedade e dos governos municipais, estaduais e federal buscarão respostas de como deve ser usada a água dos rios. Cheguei a participar, como convidado, de reuniões no início de 1998 para uma das cinco bacias hidrográficas de Minas Gerais, onde a região de Visconde de Mauá está inclusa. A proposta é boa, torcer para que não mamem muito dessas verbas e que não acabe em pizza!
São Paulo, por exemplo, em matéria de água potável, dispõe, por pessoa, menos de um terço do nível mínimo recomendado pelas Nações Unidas. Não dispõe de novos mananciais, seus reservatórios continuam sendo poluídos e é assustador o crescimento de loteamentos clandestinos nas áreas dos mananciais, superpopulando essas importantes regiões, poluindo-as através de esgotos domésticos.
A alternativa mais coerente será racionalizar o consumo, desde o cidadão até a indústria, e investir na preservação dos mananciais, combatendo a ocupação dessas áreas. Por enquanto, dizem os governos que para a melhoria da qualidade das águas estão as obras municipais de saneamento básico, a recuperação dos mananciais e a limpeza de córregos, além de projetos de pesquisa de área. Falando deste jeito sobre projetos a serem realizados pelo governo, recordo-me quando estava no colegial e tive uma aula de filosofia sobre a diferença entre o de fato e de direito.
A verdade é que estamos cada vez mais distantes da água da fonte. Viramos con$umidores dependentes de garrafas e garrafões. Cada vez mais lançam sistemas de filtros e purificadores ultramodernos (um dos últimos, é por osmose reversa). Cientistas, no mundo, desenvolvem e aperfeiçoam técnicas que permitem melhorar o tratamento das águas residuais, salinas e da água potável. Para tratamentos cada vez mais sofisticados, em proporções semelhantes, crescem os ga$tos.
Pequenas atitudes, como desligar a torneira ao escovar os dentes e só utilizá-la para lavar-se, deixar o chuveiro desligado enquanto não toma banho. Se cada um tomar pequenas atitudes e posturas de cidadãos do mundo, transmitindo aos outros, já é um grande primeiro passo. Tem muita coisa para fazer, tanto os cidadãos quanto as indústrias e os governos.
Os dados são alarmantes. O problema é um fato e real, ultrapassa fronteiras, mas enquanto não chegar às torneiras de cada casa o tema águas escassas ainda será para poucos. É uma questão de tempo. Somos, de fato, dependentes da natureza, devemos prestar maior atenção a este assunto, dando importância real na saúde e na sobrevivência de muitos, evitando futuras guerras. Caso contrário... as águas vão rolar...
Este artigo foi escrito por Alexandre Chut no primeiro semestre de 1999.
Fenômeno Humano circunda Reservas Ecológicas
Está ocorrendo um fenômeno de crescimento populacional humano no entorno das Unidades de Conservação no mundo inteiro. E isto é um dos maiores perigos para o futuro de cada Reserva.Enquanto centenas de organizações ambientais, governos e ecologistas buscam criar e preservar o interior destas Unidades de Conservação, deve-se agora preocupar também nas áreas que circundam estas Unidades. Nas mais de 80% das 306 reservas estudadas na América Latina e África, a densidade populacional no cinturão em volta destas reservas cresce de uma forma completamente diferente das áreas rurais, chegando até numa diferença de 500%.A questão é centrada nos investimentos internacionais direcionados para estas reservas. Quanto mais dinheiro é investido na reserva, mais pessoas elegem o cinturão de 10 quilômetros em torno de cada reserva como suas novas propriedades. A seqüência desta migração inicia com desflorestamentos num raio de 50 quilômetros e as conseqüências de uma mudança sem planejamento trará ações insustentáveis.Preocupar-se em manter as reservas já tem sua complexidade, agora os cinturões serão fonte de outros temas preocupantes, pois se criam nas regiões próximas às Unidades de Conservação novas organizações com seu desenvolvimento e adensamento populacional. Isto é um grande perigo que ameaça toda uma luta de anos e de milhares de pessoas que estão envolvidas em preservar paraísos ecológicos.Mais informações: Accelerated human population growth at protected area edges. Science, vol. 321, pág. 123,2008 ou com Fernando Reinach
27% da fauna desaparecida
Na IX Conferência das Partes da Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica da Onu, em Bonn, foi apresentado através do Índice Planeta Vivo que nos 35 anos entre 1970 e 2005, a população de animais do planeta caiu, em média 27%. Tudo em função da ação humana. Foram acompanhadas a evolução de 4.000 populações de 302 espécies de mamíferos, 811 de pássaros, 241 de peixes, 83 de anfíbios e 40 espécies de répteis. Das espécies mais atingidas está às marinhas e aves marinhas, na seqüência a população das espécies de água doce e terrestres. O índice mostra que o declínio da fauna é mais acentuado nos países tropicais da América Latina, África e Sudoeste Asiático. Também fizeram paralelos com a extinção em locais onde ocorre uma industrialização acelerada.Quanto mais se estuda e aprende a respeito das questões do meio ambiente mais assustador ficam os cenários para as próximas gerações.Aqui no Brasil, vejo que tentaram colocar panos quentes na saída da Senadora Marina Silva do Ministério do Meio Ambiente, porém até com o máximo de boa vontade do atual Ministro, o Governo não está com a devida atenção para a perda alarmante da biodiversidade como uma ‘questão problema’ que deve ser estudada e evitada. As grandes obras do PAC estão a todo o vapor e teremos nestes próximos anos muitas ações humanas e brasileiras que farão aumentar mais este índice de desaparecimento da fauna e há um impacto direto em nossas vidas. Para mim, a presença do poder público na proteção das espécies vegetais e animais é precária e levará à destruição de vidas de uma forma sem precedentes.A causa da perda da fauna é exclusivamente causada pela ação humana como: poluição, agricultura extensiva, expansão urbana e industrial sem precedentes, pesca e caça predatórias, desmatamento, queimadas, entre outras. Todos impactos das atividades humanas devem ser considerados como causadores desta perda de mais de ¼ da população animal do planeta. Sendo que há previsão que a mudança climática também será uma das principais ameaças para a biodiversidade.A biodiversidade determina a saúde do planeta. O ser humano como um ser coletivo não está tomando as devidas providências.
